UMA FRASE OU TROVA DIFERENTE A CADA HORA CHEIA:

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sexta-feira, 13 de setembro de 2019

BATALHA CRUCIAL

BLOG O PLEBEU:
Não importa a cor, a grana ou a raça,
Por toda dor que o ser humano passa,
Tem sempre a culpada pela desgraça,
Que mata o amor e a alma amordaça.

Mas tem quem por ela levante a taça,
A enalteça, como se fosse uma graça,
A acoberte, quando provoca arruaça,
Nem nota que com ela, tudo fracassa.

A maldita faz o justo aceitar a trapaça,
Transforma o homem, numa sub-raça;
E a vida perdida, se desfaz em fumaça,
Por isso, despreze e rejeite... a cachaça.


NOTA: 13 de setembro - o infeliz dia da cachaça, 
                     que para muitos, durou até a morte.




quinta-feira, 7 de junho de 2018

DEFEITOS VIRTUOSOS

BLOG O PLEBEU
Ninguém nasce tão perfeito,
Neste mundo de Deus meu;
Toda pessoa tem um defeito,
Descubra agora qual é o seu.

Se seu defeito é prejudicial,
A quem convive ao seu redor;
Procure logo a cura desse mal,
Para ter uma vida bem melhor.

A preguiça sempre lhe derrota?
Você não estuda nem trabalha?
Então deixe de inventar lorota,
E entre de sola nesta batalha.

Quem cedo de casa sai à luta,
Para ganhar o seu bendito pão,
Não pode viver numa disputa,
Nem à mercê de algum ladrão.

Roubar é o pior dos defeitos,
Pois tira a paz da sociedade,
Para corrigir isso, tem jeito:
Basta conhecer a honestidade.

Feliz quem sua sinistra atitude,
Não causa prejuízo a ninguém,
Defeito assim é quase virtude,
Quando não assassina refém.

Comparado à pessoa que falha,
Em crime absurdo sem perdão,
O defeito maldoso só atrapalha,
Quem não busca fazer correção.

Dizem por aí, e todo mundo sabe,
Que nem todo político é ladrão;
Mas erro que na mente não cabe,
É rico participar de corrupção.

Somos retalhos do mesmo tecido,
Todos irmãos, iguais, sem frenesi.
Temos que mudar esse descabido:
"Deus por todos e cada um pra si".



segunda-feira, 28 de maio de 2018

CONTRIBUIÇÃO SOCIAL

Blog O Plebeu: 
Criança não pode mesmo trabalhar;
Muito menos quem já é aposentado;
É preciso em cada órgão investigar,
Assim como na câmara e no senado;
Afinal de contas temos que auxiliar;
Pra não existir mais desempregado.

Os velhos ranzinzas e gananciosos,
De mente ultrapassada e corrupta;
Que nada produzem nas repartições,
Precisam botar a mão na consciência
E deixar a vaga para a nova geração.

Novos conceitos de jovens vigorosos,
Com força, arrojo e vontade abrupta,
Que têm confiabilidade nas decisões,
Confirmarão toda a sua competência
E honestidade em prol desta Nação.



sábado, 26 de maio de 2018

LUZ DO CALVÁRIO


BLOG O PLEBEU
Há uma incitação interesseira na população,
Entre os que bateram panela e os vermelhos.
Despertem: todos vivem dentro desta Nação,
E alguns traidores fingem que dão conselhos.

O povo não pode se deixar levar por cobiçosos,
Que sorriem ante o desespero do trabalhador.
Esses vendem a alma da mãe aos gananciosos
Para se mostrar como um esplêndido vencedor.

São falsos patriotas que agitam por dinheiro,
Habitam a escuridão, fogem do brilho da luz.
Surgem com discurso fingido de verdadeiro.
Lembrem: Judas, com um beijo, traiu Jesus.

Agora é preciso união, o Brasil é um gigante,
Não se pode persistir nessa birra de criança,
Pois temos que ver no próximo o semelhante,
Notar que todos desejam a mesma mudança.




domingo, 20 de maio de 2018

QUEM CALA CONSENTE?


BLOG O PLEBEU
ANTES:
Há bem pouco tempo todos gritavam,
Não admitiam, no governo, corrupção.
Uns contra, outros a favor, berravam.
Saía, em passeatas, grande multidão.
DURANTE:
Mas, verdades cruéis, germinaram;
Como amor traído, doeu no coração.
Súbito, ambos os lados silenciaram;
Talvez remorso ou profunda reflexão.
DEPOIS:
Uns, vexados, de vergonha se ocultam
Ante aos que se descobrem sem razão.
Enquanto isso os políticos aproveitam,
Depravados, enfiam ainda mais a mão.
E AGORA?
O jeito é o povo se unir, sem aversão;
Analisar o problema e buscar solução;
Olhar para todos com igual percepção;
Ver que não existe lado, e sim, nação.



segunda-feira, 20 de novembro de 2017

*-*-*-*-*-*-*-* Cor Doce *-*-*-*-*-*-*-*

BLOG O PLEBEU:
Intimamente, um dia,
eu me fiz uma aposta:
Elaborar uma poesia,
do jeito que você gosta.

Embora não fosse meu estilo,
Eu me empenhei no desafio.
Ela deveria nascer em sigilo,
Como água que corre no rio.

Começar pela primeira vez
que a vi em minha frente:
Dois olhos negros, doce tez,
e suave sorriso atraente.

Um surpreendente encontro,
Que desvendei, logo de pronto,
Meu coração bater acelerado.
Embora fosse encontro casual,
Notei que isso não era normal,
E suspeitei estar apaixonado.

Nascia, de repente, uma coisa nova,
Vontade de cantar em verso e prosa,
Aquilo que se confundia dentro mim.
Não sei, ao certo, se fiz a coisa direito,
Mas resolvi agir do meu próprio jeito,
Pois tem funcionado muito bem assim.

Para não alongar essa trajetória,
Nem puxar muito pela memória,
Vou descrever a vida de nós dois,
Colando na tela: “45 anos depois”.

Resumida a nossa longa jornada,
Que transcorreu em um zás-trás,
Vimos que o tempo é quase nada,
Quando se tem n’alma amor e paz.

Confesso para o bem da verdade,
Que a vejo ainda como namorada,
Pois o motivo da nossa felicidade,
É que cada dia tem nova largada.

Lá se vão anos e anos de convivência,
Embora mudamos muito a aparência,
Uma coisa notei com clara evidência.
Que durante esse tempo que decorreu,
Nenhuma briga muito séria aconteceu;
Só coisa boba sem valor, que nem doeu.
Pois eu asseguro, com absoluta certeza;
Que nenhum dos lugares de nossa mesa,
Estará reservado para a tediosa tristeza.

E para encerrar o assunto:
Como é bom a gente junto,
Fazer o tempo quase parar.
Porque quando existe amor,
Não tem espaço para a dor,
Entre dois corações vir morar.



Jo

domingo, 10 de setembro de 2017

SEM PONTO CERTO

BLOG O PLEBEU
   Santos não têm auréola
      Anjos não possuem asas
    No Céu não tem nuvens
 No inferno não há brasas

    Talvez o sol nem brilhe
 Naquele distinto mundo
     Pecado seja um prêmio
E certo é o vagabundo

 Tudo pode acontecer
     Na terra da incerteza
   Já que o além-túmulo
      Veste-se de surpresa 


sexta-feira, 7 de julho de 2017

INDIVIDUALIDADE

BLOG O PLEBEU
Alguns profissionais,
para garantirem o emprego,
rezam pela crença do patrão.
Em condições normais,
só perdem o sossego,
se alguém fizer delação.

Não pense que bandido,
é só aquele que anda armado,
trazendo no cinto o “três oitão”.
Pode ser alguém conhecido,
que anda todo engravatado,
que até fala contra a corrupção.

A justiça sempre se fez de cega,
mas agora só vê o que interessa,
avalia, ao bel-prazer, o evento.
Não tem vergonha e nem nega,
comparsa fiel não se processa,
não importa o ato fraudulento.

Pois nesse mundo tem de tudo,
diabo vestido de roupa de santo,
orgulhoso se fazendo de modesto.
Mas o Bem lançará voz ao mudo,
desfará qualquer mau quebranto,
e trará à luz - quem for honesto.
FELIZ 2019

quinta-feira, 11 de maio de 2017

O A NORMAL

BLOG O PLEBEU
O trabalhador já passa a vida em prisão domiciliar,
Isso sem ter cometido crime perante a sociedade.
Porque todo dia de manhã sai cedo para trabalhar,
E à noite retorna para casa em busca da felicidade.

Seu sonho de viajar, como sempre, vive sendo adiado.
Encantado com a paisagem da revista, alegre, interage.
E no fim de semana, sem grana, fica em casa trancado,
Isso quando o vizinho não chama para bater uma laje.

Já o safado corrupto, quando responde em liberdade,
Fica em casa descansado, nem um pouco preocupado,
Até ri da desgraça dos outros na maior perversidade,
Porque não é obrigado a devolver o dinheiro desviado.

Esse tratamento entre os seres é de brutal desigualdade,
Que enquanto protege o bem vestido que rouba imundo,
Patenteia a injustiça para aquele que labuta de verdade,
Escraviza a paz, quebra a consciência, gera o submundo.

Espero que em todos os setores floresça a honestidade,
E que não demore o momento do bom-senso vir à tona.
Pois é chegada a hora de ratificar o grito da liberdade,
Antes que toda essa baderna se transforme numa zona.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

EPÍSTOLA

BLOG O PLEBEU
Quando a carta é direcionada,
A essa ou aquela fulana pessoa;
A isso se chama: carta marcada,
E nunca é dada por gente boa.

Quando ela dá liberdade franca,
E atinge a todos com igualdade;
É a já consagrada: Carta Branca,
Porque traz justiça à honestidade.

Quem não tem culpa no cartório,
Não teme quando passa a polícia.
Já quem se refugia em sanatório,
Foge até da pensão alimentícia.

O cidadão tem de cumprir as leis,
Pois é uma honra servir à Nação,
Mas aguardo que vós respondeis:
Só o trabalhador, o Governo não?

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

BLOG O PLEBEU

Aqui tudo se cria, nada se copia.
Escrevo de tudo, exceto baixaria.
Tem dito sério com viés de ironia.
Pode ser real ou graúda fantasia.

Mesmo irrelevante,exijo maestria.
Luto com dedicação pela ecologia.
Consagro sempre a boa filosofia.
Procuro justiça de igual simetria.

Às vezes brota delicada profecia,
Contrapondo a insolente covardia.
Mas adorno com fé,sem idolatria.
Controlo os impulsos da rebeldia.

Outras ocasiões pedem diplomacia.
Um árduo trabalho pela cidadania.
Esquivo da tristeza, busco alegria.
E só com a verdade faço parceria.


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

O VOTO DO POVO

BLOG O PLEBEU:
Uma urna eletrônica que imprimisse o voto,
Era justo isso que povo honesto mais queria;
Mas o governo não cedeu o controle remoto,
E se garantiu soberano, impondo a biometria.

Resta saber se no meio disso tem safadeza,
Porque se não pode conferir o voto marcado,
O eleitor íntegro jamais será dono da certeza,
Que o candidato nomeado não foi beneficiado.

Seria correto e prudente, que numa eleição,
A bendita urna eletrônica emitisse o cupão,
Que seria depositado numa urna de verdade,
Assim o eleitor confiará que há honestidade.

Algumas urnas iriam a sorteio, pra aferição,
Constatar se o resultado reflete a apuração,
Porque se o voto permanecer na confidência,
O povo, a qualquer hora, perderá a paciência.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

AJUSTANDO AS BOLAS

BLOG O PLEBEU
Se o estupro sempre é culpa da vítima,
O assaltante seria vítima do assaltado,
Mas tenho certeza que a culpa legítima,
É porque o povo está mal representado.

Assim um corrupto é inocente confesso;
Um traficante se sente bom profissional,
Mas é a infame imunidade do congresso,
Que faz a honestidade ser coisa imoral.

Hoje prendem sem terem prova nenhuma,
Ontem nem investigavam bandido revelado.
Será que é por medo que alguém reassuma?
Deve ser a mando de senador ou deputado!

Carecemos de um país igualitário e probo,
Onde o progresso seja um ato constante;
Que não se tire direito adquirido do povo,
Só assim saberemos o tamanho do gigante. 


quarta-feira, 1 de junho de 2016

CARA OU COROA

BLOG O  PLEBEU
Nasceu até um fio de esperança 
No governo provisório, imerecido,
Mas logo teve início a lambança
No país do gigante adormecido.

Agiram tal qual inocente criança,
Que deixou o povão estarrecido.
Nem bem começou a cobrança,
O governo interino ficou perdido.

Errou logo na primeira mudança,
E prosseguiu falhando distraído.
Em dias se notou a semelhança
Com o governo que foi destituído.

Diante de tanto roubo e safadeza
Não há esperança que se renove.
Pois o mundo  todo teve certeza,
De que se trocou 2,20 por 1,99.


domingo, 15 de novembro de 2015

ODISSEIA

BLOG O PLEBEU
Num castelo de continente distante,
Bem por detrás de montes e vales,
Reinava um audacioso governante,
Que convidou soldados e populares,
Com oferenda quimérica e desafiante, 
A vencer o segredo dos verdes-mares.

Com visão e ânimo de águia campestre,
O jovem aventureiro, leal e destemido,
Reuniu três navios, tripulação e partiu.
Venceu as lonjuras da corrente bravia,
Enfrentou tufões no oceano enfurecido,
E se fortaleceu nas horas de calmaria.
Persistindo por longo tempo aguerrido,
Crente na fiel intuição de sua sabedoria,
Em seu semblante a esperança refloresce,
Um sonho fantasioso no horizonte se viu.
Ao cruzar o oceano de tom azul-celeste,
Formoso e fecundo continente descobriu.

Ao avistar a terra fértil em floresta,
Arriou as velas sob gritos alarmantes.
Sua bravura ao nobre reinado empresta,
E confia em seus homens beligerantes.
Seu povo se alegrou em grande festa,
Por conquistar os nativos habitantes.

Assim começa uma demorada história,
Desse povo de mescla altiva e varonil;
De lendas que já fogem da memória,
De um tesouro fabuloso que repartiu.
Entre lutas sangrentas sem trajetória,
Ganhou vários nomes, mas ecoou: Brasil.


terça-feira, 3 de novembro de 2015

ERA NOVA

BLOG O PLEBEU
Assustam a população,
Os Piratas do Asfalto.
Destroem uma Nação,
Os Piratas do Planalto.

É hora de dizer: não,
A todo tipo de assalto,
Nem tolerar arrastão,
Tampouco sobressalto.

O fim da era: corrupção,
Eu proclamo e exalto:
Não existe mais brasão,
Nada grátis vem do alto.

Afinal, o direito ao pão,
Todos têm, eu ressalto:
Somente com educação,
O mundo dará um salto.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

A FONTE SECOU

BLOG O PLEBEU 
Eu sei que é muito triste,
Chega adoecer o coração,
Mas nascente não existe,
Nem água brota do chão.

Não se espante, só pense,
A causa da seca no sertão.
A água corre, na vertente,
Para desaguar no ribeirão.

A floresta apraza a corrente,
Evitando, em muito, a erosão.
As fissuras no solo, evidente,
Facilitam a valiosa infiltração.

E esse líquido que sai latente,
Ali na encosta de uma aluvião.
Com certeza ele é procedente,
De elevada e longínqua região.

O vapor que sobe no ar quente,
Efetua o milagre da renovação.
E a chuva desfecha imponente,
Revigorando toda a vegetação.

Assim trabalha o meio ambiente,
Perpetuando a boa frutificação.
Fazendo brotar a santa semente,
A fim de alimentar a população.

Portanto a nascente só persiste,
Da água que desliza pela vazão.
A luta do ser humano consiste:
Impedir sua insana destruição.


quarta-feira, 9 de julho de 2014

PURA CARICATURA

                          BLOG O PLEBEU
Não confunda tamanho com altura
Tampouco beleza com formosura
Documento não é uma escritura
Nem sofrimento significa tortura

Criador não se afere com criatura
Sequer saúde se nota pela gordura
Muito menos doce é só rapadura
Amor não se parece com ternura

Nem todo ato heroico é de bravura
Conhecimento é diferente de cultura
Desenho pode não ser uma pintura
Caligrafia não confere com assinatura

Controle não é sinônimo de censura
Porque nem toda tranca é fechadura
Nem todo pranto é só por frescura
E nem todo quadro merece moldura

Milagre passa muito longe de benzedura
Nem mesmo riqueza dissemina fartura
Pois nem toda ave é brejeira saracura
Nem todo apelido expressa abreviatura

 Engana-se quem acha que cinto é cintura
Que todo desatino consiste numa loucura
Pois nem toda plantação é de semeadura
Nem todo regime político vive da ditadura

Não há coisa certa neste mundo de aventura
O destino muda com uma simples travessura
Podemos hoje estar planejando a vida futura
Amanhã repousando numa isolada sepultura.

Josemar Bosi