UMA FRASE OU TROVA DIFERENTE A CADA HORA CHEIA:

pensador.info

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A MAIOR INVENÇÃO DO SÉCULO



            Não sei por que a humanidade anda inquieta com os senhores que dirigem o Universo. Debatem tanto sobre meio ambiente, poluição, reciclagem e ficam tentando controlar o crescimento da população...
            O ser humano está em plena evolução e chegará, em breve, no seu apogeu: aparecerá a maior invenção do século:
            A fabulosa... Máquina do Tempo.
            Após ela, será mais fácil e mais rápido regressar mil anos no passado, do que percorrer um quilômetro de nossas rodovias.
            Porém, a grande utilidade da invenção serão as poderosas Máquinas de Cargas.
            Essas máquinas recolherão, em florestas longínquas, água potável diretamente da mais pura fonte mineral. Buscarão frutas sem agrotóxicos, madeiras de lei, ouro e pedras preciosas... e o mais extraordinário, levarão as pessoas para viverem na época que desejarem. Logicamente ninguém vai saltar em plena guerra, nem antes do dilúvio... muito menos entre os dinossauros e sim, escolherão viver no tempo das vacas gordas.
            Muitas desejarão ver fatos históricos que marcaram a humanidade, outros, fanáticos, irão assistir à decisão da copa de 1950 com o Maracanã lotado...
            - Ah! Meu Deus...! O mundo estará perdido...! Alguém vai avisar ao Barbosa que o atacante uruguaio não irá cruzar a bola e sim, chutar direto para o gol...!
            - Caramba...!... Talvez alterem outros acontecimentos... Trucidem Bin Laden antes de ter a fatídica ideia de destruir as Torres Gêmeas... Salvem Hiroshima e Nagasaki. Impeçam o nascimento de Hitler... Avisem que o Zepelim vai pegar fogo... Denunciem o Cavalo de Tróia. Perturbem os grandes vultos: Jesus Cristo, Buda, Maomé, Calígula, Nero, Einstein, Darwin, Sansão, Confúcio, Napoleão, Galileu, Cleópatra e... gritem para Lampião: “corra que a polícia vem aí”. Alertem que o Vesúvio destruirá Pompéia. Revelarão os mistérios das pirâmides do Egito. Leonardo da Vinci, Donatello, Rafael, Michelângelo... adeus Tartarugas Ninja. A ganância fará com que produzam a pólvora antes dos chineses, fabriquem rádios, carros, trens, televisores, aviões, computadores, foguetes espaciais, internet, bomba atômica... tudo fora do seu tempo. Descubram o Brasil antes e... Ah, meu Deus...!... Um espírito de porco pode matar a serpente com uma cacetada e Eva...
            - Xiiii...!... Que cacaborrada...! Com toda essa bagunça... só Deus intervindo de novo... Talvez eu nem nasça...!
            - Os contadores de estórias sempre fabulizaram que durante a criação do mundo, Deus criava uma coisa boa e o diabo outra ruim... Mas o vírus do computador é culpa dos invejosos. O homem agirá sempre erradamente em sua evolução...?
            - Senhor, só vejo uma saída... Faça com que o homem invente uma máquina simples... que quem por ela passar, saia do outro lado honesto e consciente de suas responsabilidades para com o mundo que criastes. Obrigado.

sábado, 28 de janeiro de 2012

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

SEGREDO


Viver a propagar "não" ao preconceito, é perpetuar a sua existência.
As gerações futuras não precisam saber de alguns defeitos nossos, portanto, devemos guardá-los, em segredo, a partir de hoje.

domingo, 22 de janeiro de 2012

RETORNO À DIREITA

Às vezes, saímos apressados, perseguindo a felicidade, e nem notamos que ela vem logo atrás, desesperada, tentando nos alcançar.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

RINHAS HUMANAS

O homem proíbe briga de galos, mas permite a si, entrar num ringue e disputar campeonatos sangrentos... ao que chama de “esporte”.


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

domingo, 15 de janeiro de 2012

UMA LEI BEM RACIONAL...


Todos têm o direito de ir e vir, desde que estejam em condições legais - de sustentabilidade e de responderem por si - caso contrário, perdem esse direito.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

SIM OU NÃO...?



Se desprezares os amigos que te disserem “não”,
em breve dirás “sim” para os teus inimigos.

Quando o “não” é benéfico, o “sim” deve ser evitado.

O “não”, às vezes, ensina e protege mais que o “sim”.

O “não”, na hora certa, dói menos que o “sim” na hora errada.

Não diga “sim” com a boca e “não” com o sentimento.

Plante positivamente o “não” que receberes; que o “sim” germinará.

O “não” é muito mais importante que o “sim”,
porque o “sim” só mostra o caminho aberto,
o “não”, bem argumentado, abre vários.

Um “sim”, para a tristeza, pode ser um “não” para a felicidade.

Todos rejeitam o “não”
e glorificam o “sim”,
mas só existe a negação,
para aprimorar o fim.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

PARENTES E AFINS...


            Inseparáveis

O motim é o avô rabugento da revolta.
A perfeição é a serena avó da beleza.
O dever é o genro sonhado da promessa.
A solidão é a tia solteira da tristeza.

A compreensão é a sábia mãe das virtudes.
O êxito é o hábil sobrinho da oportunidade.
A euforia é a afilhada bêbada da timidez.
A gratidão é a íntegra madrasta da bondade.

A esperança é a fiel bisneta da sobrevivência.
O desaforo é o primo irritado da intolerância.
A dignidade é a nobre irmã gêmea da ética.
O orgulho é o filho bastardo da arrogância.

A paz é a conselheira rejeitada da guerra.
A abundância é a irmã gastadeira da avareza.
O adeus é o amigo distante da saudade.
A educação é a casta professora da gentileza.

O desespero é o cunhado sem fé da angústia.
A etiqueta é a nora preferida da elegância.
A escuridão é a camareira cega da luz.
A teimosia é a babá insistente da ignorância.

O azar é o assessor pessimista da sorte.
A paciência é a esposa passiva da resignação.
A ironia é a sogra repudiada da inveja.
O namoro é o tio-avô ajuizado da paixão.

O privilégio é o tataravô egoísta da mordomia.
O ódio é o padrasto transtornado do rancor.
O perdão é o caridoso confidente do pecado.
A felicidade é a madrinha comedida do amor.

A ordem é a erudita sentinela do progresso.
O desmando é o sogro iludido da falência.
O silêncio é o maestro surdo do barulho.
A impunidade é a vizinha insana da violência.

A consciência é a pueril sobrinha do caráter.
A ganância é a infeliz prima da riqueza.
A indiscrição é a cômica neta da curiosidade.
A honra é a sensata tia-avó da nobreza.

O esforço é o padrinho justo da recompensa.
O mau humor é o pai ranzinza do defeito.
O incentivo é o sagaz bisavô da perseverança.
A justiça é a amante imparcial do direito.

O blefe é o mordaz mordomo da artimanha.
O bom-senso é o irmão equilibrado da razão.
O sentimento é o zelador sincero do sonho.
A amizade é a inimiga mortal da traição.

A morte é o carrasco implacável da vida.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

TROCO miúdo

Para quem já presenciou uma virada de milênio, passagem de ano... tem cara de final de semana.

domingo, 1 de janeiro de 2012

BOM DIA, BOM ANO...!

Esta era a saudação que os antigos (herança trazida da Itália) desejavam no primeiro dia do ano. No entanto, eles enrolavam tanto a língua que era entendido um: “bumdiabunano”, talvez pelo italiano meio aportuguesado. E todas as crianças saíam, de casa em casa, a pedirem moedas. Pois constava a crença que a primeira coisa que uma pessoa fazia no primeiro dia do ano, faria durante o ano todo. Lógico, o que as crianças queriam, era apenas conseguir alguns trocados para comprarem guloseimas.
Contudo, contavam também que: uma velha bruxa, sabendo desse milagre, aguardou a passagem do ano com uma sacola cheia de dinheiro sobre a mesa, já preparada para começar a contá-lo, e com isso pretendia passar o ano inteiro retirando "dinheiro milagroso" daquela sacola.

Porém, quando o relógio badalou meia-noite, a velha bruxa foi atacada de brava dor de barriga e pensou:
- Vou ao banheiro primeiro, depois, aliviada, começo a contar sossegada.
Dizem que assim que a velha bruxa saía do banheiro, a ele era obrigada a retornar... isso durante 366 dias, pois acumulou o azar de ser um ano bissexto.
  

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

ESTORNO


No livro de lançamento contábil de nossos passos,
Encontramos muitas compensações contraditórias,
Pois ao destino é debitado o custeio dos fracassos,
E à sorte, creditados todos os louvores das vitórias.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

FASE

Nesse final de ano estou recebendo tanta energia positiva... que estou com receio de morrer eletrocutado.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

CONCLUSÃO CONCLUÍDA...


Em suma: o IBGE divulgou o que já era visto a olho nu: a classe pobre continua proliferando a três por dois, sem controle, como sempre.
A observação já era constatada pelo crescimento desenfreado de barracos pelas favelas.
Conclusão: no futuro teremos mais famílias desestruturadas do que hoje.

A desculpa da não solução é obsoleta... “É uma sucessão de fatores herdados de tataravô para trineto ao longo da história... Sempre mais numerosos, sempre mais pobres, sempre com menor escolaridade, sempre com menores chances...”

Pagarmos para que sejam feitos levantamentos estatísticos e após termos os dados, não vermos nada ser feito... é jogar dinheiro no lixo... e a sociedade precisa gerar cidadãos conscientes.

Não é à toa que o Brasil, embora seja – agora - a sexta economia mundial, tem uma renda per capita considerada baixa. E vale lembrar que a renda é de R$ 19.000,00 – porém, muito mais da metade dos brasileiros não aufere nem 50% desse valor.
É desse ponto que nascem as perguntas que geram controvérsias... Desde a discriminação, sistema de cotas, drogas, controle de natalidade... e tantas outras ilações calejadas que advêm do passado imperialista.

Qualquer que seja a pergunta correta, a resposta é uma só: algo precisa ser feito urgentemente, para estancar essa sangria, pois toda família desestruturada é uma fábrica de marginais.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

CABEÇA-DURA


Meu amigo defende, ferrenhamente, a “livre manifestação de pensamento”; tanto que não admite que ninguém seja contra o seu.

sábado, 24 de dezembro de 2011

ÓBVIO...

No mundo só existe um que podemos dignificar 
de “insubstituível”: Deus.

No Natal, os votos de felicidade, renovados são.
Avivam-se as lembranças de amor e fraternidade.
Que bom se a “Luz” geradora dessa manifestação,
Se perpetuasse acesa no coração da humanidade.

Quando o  Espírito do Natal  é verdadeiro,
dura 365 dias. 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

FAZENDO GOL CONTRA...


A faixa branca, que veio para evitar acidentes, hoje está provando.
Isso devido à sinalização apagar-se logo, e ficar o costume, nas pessoas, de que ali ainda existe uma faixa branca...
Porém, quem passa pela primeira vez, ou após a faixa ter se apagado, desconhece o fato... é a hora que ocorre o atropelamento.
Creio que deveriam criar uma nova placa de trânsito para substituir a faixa branca, porém, que permanecesse pendurada como um semáforo, já que precisa estar em local visível e permanente.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

UMA ILHA CERCADA DE AR...


O que desperta a falta de discernimento humano, pode ser tomado como exemplo, o que acontece na ilha de Fernando de Noronha - que envia o seu lixo para o estado ao qual está vinculada - Pernambuco.
Isso é uma prerrogativa, até certo ponto, para alguns, “aceitável”... porque, afinal, é uma ilha... Não pode jogar seu lixo no mar, pois poluiria as margens e ela vive do turismo... Se bem que em alguns comentários se lê outros entraves: construções hoteleiras e moradores “irregulares” sem o devido controle, lixo importado que chega trazido pelas correntes marinhas, além do mau cheiro já se fazer presente na ilha...
Imagine agora isso em escala Planetária...
Afinal a Terra também é UMA ILHA CERCADA DE AR...
E o nosso lixo, o que faremos com ele...?!
Enviaremos para Marte... depois Vênus...?!
Um custo inviável... portanto, temos um problema ancorado em nossa porta. 


sábado, 17 de dezembro de 2011

SINAL DE FUMAÇA


Estou sentindo um cheiro de propina queimada no ar...
Pois o aperto que estão empregando sobre o consumo do tabaco é notório. Em contrapartida, a lei seca, que atinge apenas a quem está dirigindo, passeia capenga sem pai nem mãe... Sem falar que sujaram a lei da ficha limpa... que ganham supersalários, mas querem hipersalários...
Os “danos” causados pelas bebidas alcoólicas são bem maiores do que os do tabaco; tanto na paz social e no físico de quem consome, assim como, no financeiro para o SUS.
O crack, a maconha, a cocaína, etc., idem.
Agora aleijaram o projeto sobre a lavagem de dinheiro...
Isso mostra que os “nossos representantes” não nos estão representando... cabe a nós retirá-los de lá... Vote em quem demonstre condições culturais e que nunca exerceu um mandato político... podemos errar como erramos até agora, mas, pelo menos, teremos uma chance enorme de acertar.


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

PRUDÊNCIA...

A palavra, consciente e ponderada, atinge mais o alvo
do que aquela que entorna a paciência num grito.

sábado, 10 de dezembro de 2011

SOB O JUGO DO VÍCIO

Este poema, infelizmente, é o retrato daqueles que tiveram tudo para vencer na vida, e sucumbiram derrotados pelas drogas. Portanto, fica o alerta.
  

          SOB O JUGO DO VÍCIO

                   Sonhos interrompidos, futuro destroçado.
                   O silêncio reconhece a noite interminável.
                   O remorso, inquieto, circunda acovardado.
                   A derrota subjuga a fé e se instala intocável.

                   Seus passos, de pés sujos, não pisam flores.
                   Sua vil sombra ofende os nobres passantes.
                   Repugnantes, inconcebíveis os seus odores.
                   O nojo envolve a tosca estampa degradante.

                   E ele, invisível, se detém ali, a presenciar,
                   Risos estridentes, rostos fúteis entre vultos.
                   Assiste ao que não poderá jamais saborear,
                   Felicidade, festa, júbilo em sorrisos adultos.

                   Um penar noturno que o dia busca esconder:
                   O fracasso conquistado no esforço da vitória.
                   O humor travado, no último aplauso sorver,
                   A fuga do céu, para um inferno sem glória.

                   Molambo que vagueia só, entre a multidão.
                   Especula, como infame garimpo, a sarjeta.
                   Ocupa o espaço, sem vínculo, nem noção.
                   A identidade sem foto, gestos sem etiqueta.

                   A vergonha envolta numa errante história,
                   Adormecida sob os lençóis do lixo exposto.
                   Esconjuram seus atos, rasgam sua memória,
                   Estupram sua honra, cospem em seu rosto.

                   O olhar taciturno... recita palavras em vão.
                   Foge de seu inimigo, delira com almas amigas.
                   Conversa, confina a visita, mostra sua mansão.
                   Abre o melhor vinho... serve em taças antigas.

                   Saboreia como criança que brinca inocente.
                   Enlouquece de prazer no quimérico mundo.
                   Até canta, dança, se apresenta cortês latente.
                   Conquista sua dama de semblante profundo.

                   Baila a valsa que ecoa da sublime orquestra.
                   Um ser que se isola, que teme o cruel despertar.
                   Forja o lazer, infausto... a alegria o sequestra.
                   Renova seus amigos, esnoba o seu bem-estar.

                   Quase louco, grita, esperneia, espalha receio.
                   Ninguém paga pra ver, nem suspeita indagar.
                   Quem é você que pede sem dizer pra que veio?
                   Não tem ninguém com quem se preocupar...?

                   Nem imaginam que ele já sorriu, já dançou.
                   Já se vestiu, decente, já cantou... contente
                   Até festejou, de fato, viu gente... viajou;
                   Foi importante! Vejam! Já amou! Dolente.

                   Ah!... E amou!... Verdadeiramente!

                   Mas hoje vaga num vazio sem perceber.
                   Flutua na saudade dolorida, cruciante.
                   Esmaga, a cada lágrima, a fé de vencer.
                   Descreve, ziguezagueia trajetória viciante.
                  
                   Um rei plebeu de simulada luxúria cativante.
                   Traga. Cambaleia. Alucina. Viaja em jargão.
                   E outra vez canta, dança em arbítrio mutante.
                   Sorve, em êxtase profano, a passageira ilusão.

                   Morreu em vida, de olhos abertos, expirou.
                   Coração pulsando, com os vermes, sucumbiu.
                   Serenamente, o próprio enterro acompanhou.
                   Beijou seus entes queridos... e se despediu.

                   Jogou flores brancas na cova sangrenta, rasa.
                   Quis lápide simples, sem inscrição de alforria.
                   Morto que anda, sente, respira e dor extravasa.
                   Puxa a campa, resignado deita na calçada fria.

                   No seu túmulo, brilham mil estrelas sombrias.
                   Coberto de dourado luar, sob rico céu colorido,
                   Abraçado às ternas e irrealizáveis fantasias,
                   Dormirá sozinho, pela última vez, desvalido.

                   Numa aventura fútil - um império intrépido.
                   Chegou a hora de reaver a nobreza perdida.
                   Escarrar pelas narinas o torpe sangue fétido.
                   Vomitar pela garganta a esperança atrevida.

                    Mas a buzina assustada, a freada vacilante.
                   Soam em ecos febris, no prédio iluminado.
                   O corpo rodopia ao vento e cai angustiante.
                   Parte assim. No sobressalto do inesperado.

                   Vencido pelo vício que a realidade dizima.
                   Seguido do grito lamentoso de um passante.
                   Inerte, permanece. Ninguém se aproxima.
                   Era apenas um mísero andarilho errante...

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

sábado, 3 de dezembro de 2011

EFEITO... RETARDADO

O Brasil precisa crescer....
O mundo precisa crescer...
Imagino que a família também precise crescer...
Agora vejo um futuro no qual todos já estão... enormes... bem crescidinhos....
Logicamente, a essa altura, a população habita toda a face da terra e grande parte da orla dos rios, mares e oceanos que se permitiram construções...
Já poluímos toda a água potável...
Já dessalinizamos grande parte da água salgada...
Já destruímos ruas, avenidas e praças para serem transformadas em
áreas produtoras de alimentos...
Já perfuramos vastas regiões na tentativa desesperada de descobrirmos um poço d’água...
E agora?!
Vamos ouvir...
O Brasil precisa encolher...
O mundo precisa encolher...
Com certeza a família também precisará encolher...
E teremos um retrocesso desastroso...
Pois para abandonarmos o hábito do simples uso das sacolas plásticas está difícil...
Imaginem o que acontecerá no futuro...!
Não seria racional tomarmos as medidas necessárias enquanto há folga?
Creio que não, é muita gente, cada um só pensando em si.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

DEDUÇÃO :

Tudo o que falta para a sociedade... é justamente o montante que dela foi desviado.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

MUNDO GLOBALIZADO III


Para que o nosso “MUNDO GLOBALIZADO” se perpetue, é preciso que as regiões dispersas no Globo Terrestre sejam divididas em três áreas - equivalentes às suas necessidades: uma área reservada: capaz de manter as condições do ecossistema num patamar saudável e intacto. Outra área fértil: suficiente para a produção de toda a cadeia alimentar... humana e animal. E uma terceira área para a construção de moradias e toda infraestrutura de preservação e reciclagem exigida pela natureza.
Isso significa que, aliado a essa divisão, urgente e necessária, o ser humano ainda precisará se apoiar num triângulo racional. Na primeira ponta desse triângulo: uma produção de alimentos suficiente para sustentar a população. Na segunda ponta: um controle de natalidade proporcional à sua capacidade de produção alimentar e habitacional. E na terceira ponta - aquela que dará sustentabilidade real às duas primeiras: trabalho que gere renda e bens que proporcione a sobrevivência de todos, por região, num excelente equilíbrio socioeconômico.
Não vejo nesse contexto, campo para o convívio com as drogas, a violência e a irresponsabilidade generalizada que presenciamos hoje. Todos serão controlados e controladores. Pois, cachorro que ataca, fora do seu quintal, não pode andar solto pelas ruas... Creio que só os honestos sobreviverão, pois antevejo que a humanidade chegará numa encruzilhada, em que se verá obrigada a escolher se quer viver em paz ou em guerra, no entanto, independente de sua opção, a pena de morte será adotada.

sábado, 26 de novembro de 2011

MUNDO GLOBALIZADO II


Hoje se discute o que fazer com os nossos restos, rejeitos... que não são poucos... desde o alimentar ao nuclear. Uns nocivos a longo prazo, outros, invisíveis, inodoros e, imediatamente... letais.
Embora façam reuniões globais, discutam em salões refrigerados, bem iluminados, com estrutura de colunas faraônicas, piso em granito exótico, mesas enormes, ornamentação de flores que exalam seu perfume pelo ambiente. Embora sentem em poltronas de couro, bebam água mineral, usem canetas, vestimentas e calçados caríssimos... ninguém enxerga que toda essa mordomia custou um alto preço para a Natureza e que retiraram, dos mais necessitados, grande parte do pequeno quinhão que lhes cabia.
Como os problemas são visíveis, alguns até ridículos, são abertamente enunciados... todos gostam de apontá-los, porém, como as soluções envolvem decisões firmes e, às vezes, antieconômicas... permanecem ocultas. Todos conhecem os problemas, mas transferem a solução para os outros.
Será que um dia precisaremos escolher se queremos morrer de fome ou envenenados?... Pois saibam que: à medida que prorrogamos as decisões, antecipamos as catástrofes.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

MUNDO GLOBALIZADO


O ser humano está mais preocupado em descobrir a sua origem e qual o seu destino, do que debater um método que conserve a sua espécie e o ecossistema de seu Planeta!...
Também não podemos nos ater a um dia específico, apenas para comemorar um evento especial. Precisamos sim, despertar...! Os séculos são formados por segundos. O Dia da Árvore, o Dia do Índio, Natal, Dia da Criança, Dia Internacional da Mulher... Tudo balela... Hipocrisia!... Criaram até o dia “internacional” contra a corrupção...!
De que adianta plantar uma árvore em seu dia... se no dia seguinte derrubamos uma floresta inteira? De que adianta presentear as crianças em seu dia... se o restante... 364 dias... nos esquecemos delas?...
Será algum tipo de compensação às avessas...? Ou pretendem com isso salientar que os demais dias são reservados aos destruidores...?



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

sábado, 19 de novembro de 2011

ALGO ANDA MUITO CERTO...!


Assistimos aos noticiários na televisão e vemos passeatas, greves, revoluções, tiros, polícia batendo no povo, protesto contra planos econômicos, derrubada de governantes, repressão, arrochos, ameaça de calote, cortes, demissões...
E nos abismamos, pois ocorrem lá fora... em grandes potências... nos "invejados" países do primeiro mundo...!

Estadistas marcam reunião de emergência para discutirem os problemas e o Brasil é convidado para fazer parte da “solução”... e diz que não vai se envolver...!?

Então está na hora dos representantes mundiais SÓ adotarem medidas em favor do Planeta. Banirem os enlouquecidos que atentam contra a sustentabilidade. SÓ assim ocorrerá a integração entre as Nações ao redor do mundo e todos entenderão o que realmente significa: GLOBALIZAÇÃO.
Pois... O mal, que apenas um fizer à Natureza, será dividido, equitativamente com todos... o bem também.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O TEMPO MAL CONTADO


Desde milhares de anos antes de Cristo (a.C) – diversos povos tentavam contar o tempo. Dividi-lo em fatias. Claro que ninguém fazia ideia de como achar o fio da meada... e todos queriam bedelhar.
Para encurtar a história:
O primeiro calendário romano trazia apenas dez meses. De nomes: Martius, Aprilis, Maius, Junius, Quintilis, Sextilis, September, Octuber, November e December. Depois acrescentaram dois meses que seriam Janeiro e Fevereiro (Ianuarius e Februarius). Porém para manter a relação com os ciclos lunar e solar, criou-se o 13° mês: Mercedonius.
Esse calendário, por volta de 48 a.C. foi modificado por Julio Cesar e logo depois, em 8 d.C., o Imperador Augusto mexeu de novo e ao longo do Império Romano sofreu alterações diversas.
Só em 1582, o Papa Gregório XIII, decretou a origem do calendário gregoriano - utilizado até hoje pela maioria dos países.
Um embaraço logístico desencadeou quando alguém começou o ano pelo dia 1° de Janeiro, assim, os meses de Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro, que correspondiam ao sétimo, oitavo, nono e décimo mês do ano (derivados do latim) - saíram da sequência numérica.
Poderiam ter mexido menos no tempo e hoje estaríamos no mês de Janeiro e o ano iniciaria em Março.
Conclusão: todas as datas que trazem superstições em seus números - no calendário atual - estão totalmente erradas, pois foram modificadas, ao longo do tempo, pela vontade de pessoas que se julgavam capazes para tal.
Quiçá o temerário dia - 11/11/11.111 -  já é passado...!

sábado, 12 de novembro de 2011

LEMBRETE SECULAR: 11/11/11



Houve muita especulação quanto à data binária de 11/11/2011.
Quase todos os comentários, inclusive no Jornal Hoje, afirmavam que só daqui a mil anos (3011) a data se repetiria. Quase ninguém mais fez conta ou pensou. A maioria saiu copiando e colando distraidamente.
Pois até 3011 a data se repetirá de 100 em 100 anos - por 9 vezes.
A partir de 2111 até 2911 – teremos, mas não veremos, o dia 11/11/11.
Felizmente, poucos são os erros, neste mundo, que não permitem correção.



A TROVA PROVA


Quando o produto é vendido,
E no estoque não se dá baixa,
É quase certo que um bandido,
Vai embolsar a grana do caixa.

O mesmo acontece com verba
Que sai sem nenhum registro.
Logo depois aparece a merda
Deixada por algum ministro.

Com isso o povo sofre sem merecer,
E maldiz o destino pela falta de sorte.
Magnata que não cumpre o seu dever,
Ganha aposentadoria e tira passaporte.
Bandido que não faz nem pro comer,
Tem regalia e avião como transporte.
E para piorar, os que detêm o poder,
Temem implantar a pena de morte.

Propagam que não vai ser um simples rabisco,
Que libertará a sociedade do infame calhorda.
Alegam que é um cruel e malfadado confisco,
Que dele, todo ser humano, cristão, discorda.
Mas creio que é porque eles sabem do risco,
De um deles, vir a morrer pela própria corda.



quarta-feira, 9 de novembro de 2011

DRU – Desvio de Recursos da União


Apavorante a atual cara de pau - da maioria dos políticos - que promete nos representar, fidedignamente, durante a campanha.
Quando é de interesse próprio - mesmo sendo uma aberração - eles aprovam uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) num piscar de olhos, com votação esmagadora, diante da face estatelada da população, que pede, há décadas, as reformas que realmente urgem.
DRU – Cuja sigla deve ter sido criada – propositalmente - para humilhar e insinuar o que a Máfia das máfias tem a ousadia de fazer abertamente... (imaginem às escondidas).
Recurso que, além do salário e das mordomias imorais que eles vêm aprovando de forma idêntica, representa um acinte para o mísero trabalhador inconformado, mas obrigado a se isolar no seu mundinho árduo da luta pela sobrevivência. Dinheiro do suado imposto do cidadão. Distribuído aos vorazes cães, às velhas raposas, aos insaciáveis tubarões - para uma farra com precedentes... 62 bilhões sem destino... Quando se libera com tudo planejado temos notícias dos desmandos... E alguns ainda acham que a DRU é uma medida salvadora, que sem ela o Brasil não vai enfrentar a crise que está chegando...
O que acontece é que ninguém quer abrir mão dos valores que vêm sendo usados, ao bel-prazer, desde que a DRU foi criada em 1994...!
Para os filhos que se mostram irresponsáveis, o pai, ou no nosso caso, a mãe, deveria controlar a mesada... (mas o rigor recai apenas sobre o trabalhador, os membros da facção agem sempre como órfãos).
Os políticos votam contra a vontade do povo...!!! E depois se reelegem...!!!!
Não vou xingar, mas coloquem o palavrão que desejarem após às reticências...


segunda-feira, 7 de novembro de 2011