Se você acha que tem problemas hoje, espere chegar o anoitecer dos tempos.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
"DI MENORES"
A grande maioria dos representantes do povo está agindo tal qual menino desobediente, faz tudo ao contrário do que desejam seus pais e mestres.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
TOMADA... A MEDIDA CORRETA...?!
Lógico que a penalidade para quem for pego vendendo aparelho com tomada elétrica antiga, tem que ser muito maior do que quem for pego vendendo drogas. Afinal, morreu e morre muito mais pessoas eletrocutadas nas perversas tomadas caseiras do que pelas inocentes drogas. Tantos lares desfeitos, tantos jovens ceifados, levados para o caminho da perdição, do roubo e do assassinato pelo velho plugue cruel.
Aprovo. É justo. Acho que... acho não, tenho certeza, que agora nossos problemas sociais, culturais, éticos, ambientais, empregatícios, econômicos, quiçá até os endêmicos, patológicos, ginecológicos e astronômicos, acabaram.
Quem tiver opinião diferente que dê a primeira agulhada, tragada, aspirada, golada, puxada, cheirada...
Só lamento que, apesar da grande mudança embutir, claramente, interesses obscuros, os pinos das tomadas de 110 e 220 volts continuam idênticos e a venda de adaptadores liberada...
Às vezes, até a verdade se faz de mentirosa, porque a linha divisória entre o céu e o inferno... é o intuito.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
FELIZ 2013...! A PROFECIA ANTECIPADA
A todos que temem o dia 21 ou 22/12/12 (números tão bonitos que já estão causando até uma disputa pelo dia exato - vou ficar com 22) - aconselho que procurem agir como se amanhã fosse esse dia.
É deveras audaciosa a profecia, que, baseada em números iniciais, totalmente desacreditados, apontariam para uma data confiável final.
Nostradamus e outros loucos (ou gozadores) já tentaram essa loteria. (Assim, desde já, abro as apostas para o bolão do fim do mundo).
Todavia, os Maias (que não previram a própria decadência) conseguiram adeptos ou interesseiros, que garantem: “eles decretaram o fim do mundo”...!...
Cientistas e estudiosos difundem que os Maias jamais quiseram carimbar o fim do mundo, outros “acham” ou “sugerem” que seria apenas uma mudança de ciclo. Isso baseado no calendário que... (não adianta aprofundar no assunto, pois se, de fatos recentes, se desconhece a verdade, imagine dos antigos...! E logo que passar o aguardado dia, uma nova data será estipulada. Se bem que, todo dia, o mundo acaba realmente para cerca de 150 mil pessoas ao redor do Planeta).
Todavia, hoje, com todo o conhecimento tecnológico à disposição (isso os ancestrais ignoravam) nenhum sábio se arrisca a prever um passo à frente. Mas tenho certeza absoluta que no dia 22/12/2012 – choverá o tempo todo normalmente ou fará sol como qualquer outro dia... Só não posso garantir que estarei por aqui... Em outras palavras, se eu cá estiver, é porque o mundo não acabou para mim e nem para o restante!... Então poderei chatear mais ainda esses falsos charlatães.
- Ah, se o mundo acabar antes... o bolão ó... babau.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
POEMA INVISÍVEL
Quer seja na intensa luz do dia,
Quer seja na escuridão da noite,
Ser invisível é não ter fisionomia,
É ganhar descrença como açoite.
Rezo para que algum bom curioso,
Marque todo esse espaço branco,
Só assim ficarei visível e, glorioso,
Mostrarei ao mundo o meu encanto.
Pois oculto na dúvida da crença,
Disfarço gestos de fé e adoração.
Quando notam a minha presença,
Extravaso, em júbilo, a gratidão.
Porque todo aquele que não me lê,
Não conhece a felicidade suprema.
Por não acreditar naquilo que não vê.
Passa a vida num profundo dilema.
Com Deus isso muitas vezes acontece,
Quando um filho seu cai em dor e aflição,
Mesmo pedindo de joelhos, em prece,
Não sente Deus tocando o seu coração.
Porque sem Ele é um vazio sem saída,
Nem há amor mundano que conforte,
Pois Ele é aquele que preenche a vida,
Ele é aquele que ressuscitou da morte.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
REFLEXÃO...
Enquanto alguns se preocupam com a etiqueta no uso dos talheres à mesa, muitos comem direto no latão de lixo. Sociedade sem consciência gregária... que dividiu os homens em grupos distintos... ricos e pobres, bons e maus, letrados e analfabetos e até em brancos e negros. Toda a legislação do homem não vale um só mandamento da Lei de Deus. Nós nascemos iguais, morremos iguais... e por que vivemos na desigualdade...?...!
segunda-feira, 23 de maio de 2011
AMBÍGUO
SEM CHANCE...
O pregador empolgado com a plateia:
- Quem não lê a Bíblia, vai direto pro inferno.
Um dos fiéis comenta com quem está ao seu lado.
- Estou com pena do meu vizinho...
- Por quê?
- O coitado é analfabeto...!
COM CHANCE...
O pregador empolgado com a plateia:
- Quem não lê a Bíblia, vai direto pro inferno.
Um dos fiéis comenta com quem está ao seu lado.
- Até que enfim uma notícia boa...
- Por quê?
- Minha sogra é analfabeta...!
segunda-feira, 16 de maio de 2011
CANTADA DIVINA
Deus fez o Universo infinito, porque sabia que precisaria de muito espaço, para armazenar o amor que eu sinto por você.
sábado, 14 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
CRUCIFIQUEM BARRABÁS...!
Num canteiro florido, com muitos botões perfeitos ainda se abrindo, crescem ervas daninhas.
A providência lógica e iminente, do jardineiro, é eliminá-las.
Numa rodovia de milhares de quilômetros, às vezes, não podemos trafegar normalmente porque têm, em seu longo percurso, alguns buracos, de poucos centímetros, onde o asfalto se deteriorou.
A providência lógica e iminente, de seu mantenedor, é eliminá-los.
Numa sociedade com milhões de pessoas, encontramos alguns indivíduos que tumultuam o desenvolvimento social, corrompem a justiça, impedem a convivência tranquila e apaziguada da imensa maioria.
A providência lógica e iminente seria eliminá-los... mas, nesses casos, nossos “Pôncios Pilatos” se protegem e não permitem que a imensa maioria decida. Eles têm medo do veredito, porque, quase todos, trazem as mãos sujas... conhecem a história e sabem o que merecem.
A providência lógica e iminente, do jardineiro, é eliminá-las.
Numa rodovia de milhares de quilômetros, às vezes, não podemos trafegar normalmente porque têm, em seu longo percurso, alguns buracos, de poucos centímetros, onde o asfalto se deteriorou.
A providência lógica e iminente, de seu mantenedor, é eliminá-los.
Numa sociedade com milhões de pessoas, encontramos alguns indivíduos que tumultuam o desenvolvimento social, corrompem a justiça, impedem a convivência tranquila e apaziguada da imensa maioria.
A providência lógica e iminente seria eliminá-los... mas, nesses casos, nossos “Pôncios Pilatos” se protegem e não permitem que a imensa maioria decida. Eles têm medo do veredito, porque, quase todos, trazem as mãos sujas... conhecem a história e sabem o que merecem.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
CONFRONTANDO HIPÓTESES
Eram reais os homens que se dispuseram a escrever as verdades que conhecemos?
Hoje, no clarear da Internet, ainda presenciamos fatos recentes, serem divulgados repletos de dúvidas, incógnitas, suspeitas - que se torna um disse que disse sem-fim.
Vemos pessoas que têm espírito criativo, muitos cômicos, alguns inocentes, porém outros... maldosamente assustadores.
Observamos os que agem em proveito próprio, os que fazem um trabalho sério e desinteressado, também aqueles que querem apenas expor mensagens ridículas ou inverídicas e curtir com a cara de seus adeptos.
Por analogia podemos dizer que a criatividade do ser humano evolui de acordo com a época em que vive.
Concluímos então que muitas das verdades que conhecemos, não passam de invenções dos espíritos de jumentos de outrora, que se aproveitaram da inocência e boa-fé de muitos e espalharam boatos perpétuos.
Algumas dessas criatividades burlescas sucumbiram com o tempo, mas temo que a humanidade permaneça assentada nas sombras de mentiras que repousam como verdades... inclusive nos dias atuais. Já que, pelo que se escamoteia, ninguém tem compromisso com a verdade.segunda-feira, 2 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
O QUE É... VIOLÊNCIA...?!
Dicionário: é o emprego da força ou coação, ilegítimas, para se obter algo.
Real: é o ataque, que pessoas praticam a outrem, por sofrerem alguma privação essencial.
Cultural: é a aceitação, piedosa, da sociedade, com quem lhe ataca, aflige, mata e destrói.
Social: é a evolução do indivíduo, quadro a quadro, num ambiente de valores espúrios.
Racional: é a falta de percepção dos representantes do poder público, de focar, o quadro exato onde a privação essencial surge, para saná-la.
A violência que magoa, sangra mais do que aquela que fere.
sábado, 30 de abril de 2011
QUANDO A GRAFIA PODE ASSUSTAR
Se alguém lhe disser que encontrou uma alma-do-outro-mundo.
Você deve perguntar rápido:
- Com ou sem hífen?
Pois a voz não transmite a grafia da palavra.
Se esse alguém garantir que é com hífen, acredite, ele realmente pode ter encontrado uma alma-do-outro-mundo.
Porém, se afirmar que não tem hífen, é melhor sair correndo.
A ABL – Academia Brasileira de Letras – na 5ª edição de seu vocabulário traz a palavra com hífen e no seu Dicionário (2ª edição) ao explicar “alma” relata, entre algumas explicações, como sendo “alma do outro mundo” (sem hífen) uma assombração.
Ao buscar o entendimento do porquê de uma com e outra sem hífen, me foi enviado como resposta, num cordial e-mail - não como está abaixo, é claro -, a enorme diferença:
Alma-do-outro-mundo, com hífen, é apenas uma espécie de borboleta e sem hífen se transforma num horripilante fantasma.
Embora nunca tenha me deparado com nenhuma das duas... imagino que a coitada da borboleta deva ser uma monstruosidade de feia...!... Creio até que se trate de mariposa, já que essa espécie tem hábito noturno, igual à outra...
Contudo, a grafia errada na frase, não anula, ao entendido, a intenção do autor.
“Pôr tamto. Brogue u Prebeu tunbén hé curtulra.”
sexta-feira, 29 de abril de 2011
POR QUE VILA VELHA INUNDA...?!
Quando chove, grande parte da população fica apreensiva com o nível que a água vai alcançar. Pois qualquer chuvinha, as ruas alagam e a água se mistura com o esgoto, tornando-se um perigo para a saúde.
Basta buscar um pouco... num passado recente.
Havia uma enorme área “pertencente ao mar”, que adentrava entre os morros do Convento da Penha e o Morro do Moreno, passava beirando o Colégio Marista e alargava-se além do Shopping Praia da Costa.
Hoje, toda a água que para ali se direcionava, por gravidade, permanece estagnada, por horas, nas ruas da cidade, pois essa vasta área marítima está aterrada e se encontra intensamente habitada. Deixaram para escoar a água das chuvas torrenciais, apenas um pequeno valão.
Na Rodovia Carlos Lindenberg o mesmo ocorreu. Foi aterrada uma área imensa de mangue e sobre ela erguidas residências, assim também, toda a água da chuva que escorria para o mangue, hoje permanece na rodovia, aguardando passagem nas pequenas tubulações.
Em muitos outros bairros o mesmo avanço sobre os mangues ocorreu... e ocorrem.
Portanto, a resposta evidente, e facilmente constatada, recai sobre os aterros realizados em diversos pontos, que, infelizmente, ainda prosseguem em todo o Estado, por todo o nosso País e Planeta.
Em breve teremos um globo “redondinho” pejorativamente.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
O FIM DOS MINERAIS...
Engraçado que todos os olhos, interesseiros, estão voltados, atualmente, somente para o petróleo “que é finito”. Ninguém comenta sobre os demais minerais, que se prosseguirem com a extração, serão extintos.
O químico Antoine Lavoisier disse há apenas 200 anos: “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”... porém, como ele não explicou no quê “tudo se transforma”, quem ouviu entendeu que ninguém precisava se preocupar com a natureza, ela se manteria sozinha. Só que o curto tempo ensinou que não é bem assim - algo benéfico pode se transformar em cinza, poeira, fumaça, poluição, etc. O crescimento populacional acelerou a degradação e a natureza deixou de ser autossuficiente - esse é outro tópico que exige a mesma atenção.
Para termos uma ideia do pensamento da época e da importância de Lavoisier, foi ele que descobriu que a água é formada por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio: o famoso H2O. Naquele tempo, vigorava a teoria de Tales de Mileto, que dizia que a água era um dos quatro elementos (água, terra, fogo e ar) e que a partir dela outros materiais eram formados.
Muito em breve, isto é, se aprendermos a conservar a natureza, seremos obrigados a retirar nossa subsistência do reino animal e vegetal, já que mineral não se reproduz, nem se forma em curto espaço de tempo. O petróleo que consumimos hoje, é resultado de uma decomposição orgânica soterrada há milhões de anos, quiçá traga em sua composição, os restos mortais de nossos queridos dinossauros...!
Então nossas pontes esculturais, nossos belos monumentos, mansões, rodovias, etc... estão com o tempo contado, talvez até os nossos meios de transportes...
Aliás, passou da hora dos esportes e lazeres também serem ecologicamente corretos.
O químico Antoine Lavoisier disse há apenas 200 anos: “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”... porém, como ele não explicou no quê “tudo se transforma”, quem ouviu entendeu que ninguém precisava se preocupar com a natureza, ela se manteria sozinha. Só que o curto tempo ensinou que não é bem assim - algo benéfico pode se transformar em cinza, poeira, fumaça, poluição, etc. O crescimento populacional acelerou a degradação e a natureza deixou de ser autossuficiente - esse é outro tópico que exige a mesma atenção.
Para termos uma ideia do pensamento da época e da importância de Lavoisier, foi ele que descobriu que a água é formada por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio: o famoso H2O. Naquele tempo, vigorava a teoria de Tales de Mileto, que dizia que a água era um dos quatro elementos (água, terra, fogo e ar) e que a partir dela outros materiais eram formados.
Muito em breve, isto é, se aprendermos a conservar a natureza, seremos obrigados a retirar nossa subsistência do reino animal e vegetal, já que mineral não se reproduz, nem se forma em curto espaço de tempo. O petróleo que consumimos hoje, é resultado de uma decomposição orgânica soterrada há milhões de anos, quiçá traga em sua composição, os restos mortais de nossos queridos dinossauros...!
Então nossas pontes esculturais, nossos belos monumentos, mansões, rodovias, etc... estão com o tempo contado, talvez até os nossos meios de transportes...
Aliás, passou da hora dos esportes e lazeres também serem ecologicamente corretos.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
SUJEITO OCULTO
Se todos dirigissem para si, ninguém precisaria dirigir para os outros... É óbvio.
Esses “outros” são os mesmos que nunca são encontrados para darem entrevistas; só aparecem os que, também, dirigem para eles.
Só que basta sair às ruas e rodovias, que lá estão eles, defecando... publicamente...! Mas, nas entrevistas, tiram o volante da reta...!
Esses “outros” são os mesmos que nunca são encontrados para darem entrevistas; só aparecem os que, também, dirigem para eles.
Só que basta sair às ruas e rodovias, que lá estão eles, defecando... publicamente...! Mas, nas entrevistas, tiram o volante da reta...!
terça-feira, 19 de abril de 2011
A MESMA TECLA ENFERRUJADA
O desarmamento tem de ocorrer independente dos últimos acontecimentos, pelo menos assim, muitas tragédias poderão ser evitadas no futuro.
Porém, mais importante que isso seria pena dura para quem portar arma ilegalmente e o fim de sua fabricação no intuito de serem vendidas à população, caso contrário pagaremos campanhas de desarmamento, num rodízio sem-fim.
A meu ver, toda arma deve ser de fabricação exclusiva das forças armadas e o seu uso só liberado após criteriosa avaliação - e apenas para pessoas que têm a função de polícia.
Com certeza isso não gerará a paz mundial - como entenderam alguns – que queriam acabar até com a faca de churrasco -, mas muitos inocentes não serão executados.
Só dirá “não” ao desarmamento aquele que pretende andar armado.
As leis nascem cegas e com o tempo, vão caducando, portanto, de vez em quando, é preciso levá-las ao hospital... para uma plástica reparadora.
Lamentavelmente... a maioria dos médicos que atua nessa "dispendiosa instituição" é negligente.
Porém, mais importante que isso seria pena dura para quem portar arma ilegalmente e o fim de sua fabricação no intuito de serem vendidas à população, caso contrário pagaremos campanhas de desarmamento, num rodízio sem-fim.
A meu ver, toda arma deve ser de fabricação exclusiva das forças armadas e o seu uso só liberado após criteriosa avaliação - e apenas para pessoas que têm a função de polícia.
Com certeza isso não gerará a paz mundial - como entenderam alguns – que queriam acabar até com a faca de churrasco -, mas muitos inocentes não serão executados.
Só dirá “não” ao desarmamento aquele que pretende andar armado.
As leis nascem cegas e com o tempo, vão caducando, portanto, de vez em quando, é preciso levá-las ao hospital... para uma plástica reparadora.
Lamentavelmente... a maioria dos médicos que atua nessa "dispendiosa instituição" é negligente.
domingo, 17 de abril de 2011
O VELHO GOLPE
A preocupação primordial, da maioria dos políticos, parece ser apenas, adequar a “Casa” ao gosto dos próprios interesses... as reformas que realmente urgem... a sociedade que as espere. (Humilhada nos corredores dos hospitais. Aborrecida com a insegurança e a violência. Preocupada com a educação dos filhos. Indignada com a impunidade e desesperada por não ver futuro em sua frente).
Essas poucas e racionais prioridades sociais aqui relatadas, “nossos representantes” estão calejados de recitá-las, porém as conservam na gaveta da astúcia, para que sirvam, eternamente, de chavões, nas “promessas” das vindouras campanhas políticas.
Talvez, para passar o tempo, após a imprescindível lei do tabaco, a utilíssima regulamentação da gorjeta dos garçons, a infalível obrigatoriedade do uso de focinheiras (nos cachorros), coloquem em discussão, um projeto de lei regulamentando o tamanho máximo do bigode que um homem pode usar em terras brasileiras... ou em Brasília... Com certeza virão, no contexto, muito bem explicitados, as sanções e os valores das multas... por milímetro ou número de pelos... mas cabem recursos.
Todavia, é provável que abram, desaforadamente, uma exceção... ou impunidade parlamentar.sábado, 16 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
PARALELAS QUE SE CHOCAM
Quando da minha juventude, assisti aos filmes de bandido e mocinho e ficava encantado com a ética que ambos obedeciam fielmente.
Às vezes, nem o bandido atirava em alguém pelas costas ou em quem estivesse desarmado.
Após o desentendimento ficavam frente a frente para um duelo e sacavam suas armas num movimento sincronizado. O mais rápido no gatilho é que saía vivo da história. E a plateia, inclusive eu, se conformava se o mocinho, inexperiente, morresse por desafiar um “gangster” com fama de mau.
E no fim do filme – sempre - o fora da lei era punido exemplarmente...
Aquilo foi um sonho... depois de alguns anos as produções cinematográficas inverteram os valores morais e bandido passou a ser mocinho... Fazendo a cabeça dos assistentes que passavam a torcer contra a lei e a ordem...!... Pior que alguns embarcaram na ficção e transferiram para a realidade os maus exemplos que assimilavam na telona...
Hoje, se todos andassem armados, seria o caos. Ninguém convidaria seu desafeto para um duelo... Chegaria já de arma em punho e daria logo um tiro fatal.
Novamente os maus, os sem ética continuariam levando “vantagem”, pois o bom, o honesto carregaria a sua arma apenas para se defender.
E como a impunidade (o incentivo de todos os males) “ainda” impera nessa era maluca - ninguém mais teria sossego.
Porém, nessa nova campanha de desarmamento é de bom alvitre que façamos duas reivindicações: a proibição de fabricação de armas - porque senão pagaremos armas ao rodízio - e pena mais dura para quem for pego armado. Pois a maioria de nossos representantes só trabalha se for pressionada, mas sem pressão alguma, aprova o aumento do próprio salário... rapidamente... e sem plebiscito.
Às vezes, nem o bandido atirava em alguém pelas costas ou em quem estivesse desarmado.
Após o desentendimento ficavam frente a frente para um duelo e sacavam suas armas num movimento sincronizado. O mais rápido no gatilho é que saía vivo da história. E a plateia, inclusive eu, se conformava se o mocinho, inexperiente, morresse por desafiar um “gangster” com fama de mau.
E no fim do filme – sempre - o fora da lei era punido exemplarmente...
Aquilo foi um sonho... depois de alguns anos as produções cinematográficas inverteram os valores morais e bandido passou a ser mocinho... Fazendo a cabeça dos assistentes que passavam a torcer contra a lei e a ordem...!... Pior que alguns embarcaram na ficção e transferiram para a realidade os maus exemplos que assimilavam na telona...
Hoje, se todos andassem armados, seria o caos. Ninguém convidaria seu desafeto para um duelo... Chegaria já de arma em punho e daria logo um tiro fatal.
Novamente os maus, os sem ética continuariam levando “vantagem”, pois o bom, o honesto carregaria a sua arma apenas para se defender.
E como a impunidade (o incentivo de todos os males) “ainda” impera nessa era maluca - ninguém mais teria sossego.
Porém, nessa nova campanha de desarmamento é de bom alvitre que façamos duas reivindicações: a proibição de fabricação de armas - porque senão pagaremos armas ao rodízio - e pena mais dura para quem for pego armado. Pois a maioria de nossos representantes só trabalha se for pressionada, mas sem pressão alguma, aprova o aumento do próprio salário... rapidamente... e sem plebiscito.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
FILHO SEM MÃE
Num certo celeiro, ocorre um apólogo entre os objetos... uma discussão calorosa sobre a responsabilidade na educação dos filhos, que crescem, inconsequentes, e pensam pelos calcanhares.
– O pai não pode ser taxado de culpado, pois trabalha o dia todo fora – argumentava o Machado, defendendo seu lambari que ainda nem fora pescado.
– Muito menos a mãe, que limpa a casa, lava, passa e cozinha, não tem olhos para ninguém – defendia-se a Vassoura, levantando poeira e abrindo a roda.
– Mas filho criado sem pai nem mãe é um perigo! – avisa a Foice, ceifando, afiada, a touceira.
– Os pais têm orgulho dos filhos... só que a maioria não dispõe de tempo para conviver com eles, alguns nem os veem crescer... outros perdem-se pelas ruas, morrem antes mesmo de conhecerem a vida – lamenta-se o senhor Serrote, suado, ao terminar uma tora dura.
– Eu não quero saber quem é o culpado... Todo filho tem pai e mãe... que antes de gerá-lo devem avaliar como irão educá-lo – repreende a professora Enxada capinando rasteira.
– Engana-se, professora Enxada – atreve-se a Foice apoiando-se no chão –, nem todo filho tem pai e mãe.
– Como não, dona Foice?!!... Quem foi que nasceu da bosta de um jumento? – indaga inconformada a professora Enxada.
– O diabo – cascou seca a Foice, roçando o vento com raiva.
– Cruz em Credo! – exclamam três, quatro... cinco numa sequência esconjuratória.
– Então me digam... – cruza os braços a Foice brejeira. – Quem é o pai ou a mãe “dele”, hein!?... Alguém conhece? Já ouviu falar? Sabe onde mora? É branca? É negra? Gorda, magra, alta, baixa?... Quem sabe me responda? – desafiou.
Como todos se calaram, a Foice saiu irritada, cortando mato sem precisão.
– Aaaaah!!... Deixa a Foice para lá. Ninguém está interessado em descobrir quem é a mãe do diabo – rechaça o Rastelo.
Porém a professora Enxada aconselha:
– Precisamos mudar o rumo das coisas antes que elas aconteçam. Orientar nossos filhos para que não se transformem em... diabinhos.
– Mudar o rumo das coisas?... Acho providencial – filosofou o senhor Serrote, que convocou a Madame Trena e o Doutor Metro, e saíram para adequarem as medidas cabíveis.
– O pai não pode ser taxado de culpado, pois trabalha o dia todo fora – argumentava o Machado, defendendo seu lambari que ainda nem fora pescado.
– Muito menos a mãe, que limpa a casa, lava, passa e cozinha, não tem olhos para ninguém – defendia-se a Vassoura, levantando poeira e abrindo a roda.
– Mas filho criado sem pai nem mãe é um perigo! – avisa a Foice, ceifando, afiada, a touceira.
– Os pais têm orgulho dos filhos... só que a maioria não dispõe de tempo para conviver com eles, alguns nem os veem crescer... outros perdem-se pelas ruas, morrem antes mesmo de conhecerem a vida – lamenta-se o senhor Serrote, suado, ao terminar uma tora dura.
– Eu não quero saber quem é o culpado... Todo filho tem pai e mãe... que antes de gerá-lo devem avaliar como irão educá-lo – repreende a professora Enxada capinando rasteira.
– Engana-se, professora Enxada – atreve-se a Foice apoiando-se no chão –, nem todo filho tem pai e mãe.
– Como não, dona Foice?!!... Quem foi que nasceu da bosta de um jumento? – indaga inconformada a professora Enxada.
– O diabo – cascou seca a Foice, roçando o vento com raiva.
– Cruz em Credo! – exclamam três, quatro... cinco numa sequência esconjuratória.
– Então me digam... – cruza os braços a Foice brejeira. – Quem é o pai ou a mãe “dele”, hein!?... Alguém conhece? Já ouviu falar? Sabe onde mora? É branca? É negra? Gorda, magra, alta, baixa?... Quem sabe me responda? – desafiou.
Como todos se calaram, a Foice saiu irritada, cortando mato sem precisão.
– Aaaaah!!... Deixa a Foice para lá. Ninguém está interessado em descobrir quem é a mãe do diabo – rechaça o Rastelo.
Porém a professora Enxada aconselha:
– Precisamos mudar o rumo das coisas antes que elas aconteçam. Orientar nossos filhos para que não se transformem em... diabinhos.
– Mudar o rumo das coisas?... Acho providencial – filosofou o senhor Serrote, que convocou a Madame Trena e o Doutor Metro, e saíram para adequarem as medidas cabíveis.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
INFERÊNCIA:
O ser humano está acostumado a reclamar de tudo: se chove, se faz sol, se é gordo, magro, baixo, alto... até quem tem muito dinheiro reclama...!
Partindo desse princípio, garanto que haverá aquele que protestará:
- Senhor, a vida eterna é muito longa...!
Partindo desse princípio, garanto que haverá aquele que protestará:
- Senhor, a vida eterna é muito longa...!
segunda-feira, 4 de abril de 2011
AO PAREMIÓGRAFO DESCONHECIDO
Ao autor desconhecido pertence o sentido do ditado popular. Querer alterar ou dar-lhe outro significado é apropriar-se, indevidamente, de sua real interpretação criativa.
Pelo menos é essa a impressão que repassam, alguns, ao comentarem velhos ditados.
Para não alongar a todos os comentados, tomo como exemplo o consagrado: “quem não tem cão, caça com gato”.
Ora, é longamente sabido e, com certeza, empregado diversas vezes pelos “alguns” que hoje querem modificar o seu sentido, que significa: quem não tem o objeto, a ferramenta, o instrumento correto, trabalha, utiliza, dá um jeito com outra “coisa” totalmente diferente e inapropriada. Seria o caso de você encontrar alguém batendo com um pedaço de madeira na cabeça de um prego e ouvir dele o velho ditado...
No entanto, alguns, querem concluir, após séculos, que os séculos estavam errados. E propagam que o “povo”, por ignorância, retirou o “O” do lugar; que o dito correto seria: “quem não tem cão, caça como gato”, isto é, “sozinho”.
Agora vejam vocês: se a falta ou o acréscimo de uma vírgula, altera o sentido da frase, imaginem a inclusão de uma letra!
Mas o ditado vai prosseguir sendo usado como seu arguto e ignoto criador imaginou. Aqueles que tentarem ludibriar a fé popular, com ilações extemporâneas, estes sim, “estarão no mato sem cachorro”.
Pelo menos é essa a impressão que repassam, alguns, ao comentarem velhos ditados.
Para não alongar a todos os comentados, tomo como exemplo o consagrado: “quem não tem cão, caça com gato”.
Ora, é longamente sabido e, com certeza, empregado diversas vezes pelos “alguns” que hoje querem modificar o seu sentido, que significa: quem não tem o objeto, a ferramenta, o instrumento correto, trabalha, utiliza, dá um jeito com outra “coisa” totalmente diferente e inapropriada. Seria o caso de você encontrar alguém batendo com um pedaço de madeira na cabeça de um prego e ouvir dele o velho ditado...
No entanto, alguns, querem concluir, após séculos, que os séculos estavam errados. E propagam que o “povo”, por ignorância, retirou o “O” do lugar; que o dito correto seria: “quem não tem cão, caça como gato”, isto é, “sozinho”.
Agora vejam vocês: se a falta ou o acréscimo de uma vírgula, altera o sentido da frase, imaginem a inclusão de uma letra!
Mas o ditado vai prosseguir sendo usado como seu arguto e ignoto criador imaginou. Aqueles que tentarem ludibriar a fé popular, com ilações extemporâneas, estes sim, “estarão no mato sem cachorro”.
sábado, 2 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
SANTO ESPÍRITO
Estado de Espírito puro, leve, sublime, cordial.
Santo em batismo divino, benévolo e celestial.
Pátria de corações virginais, serenos, latentes.
Índole correta de pessoas impolutas, decentes.
Rio límpido de esperança cresce em leito gentil.
Inspiração de poetas, amores, heroísmo varonil.
Terço acariciado nos lábios trêmulos em prece.
Ordem que o povo cultua, agiganta e enobrece.
Sedento de Vitória, um ardoroso Estado a sorrir.
Alçando asas febris rumo ao Progresso, ousado.
Nosso sonho, flores imaculadas hão de recobrir.
Transformar o casto mundo em bem-aventurado.
Onde o Espírito seja o Santo de um ditoso porvir.
Santo em batismo divino, benévolo e celestial.
Pátria de corações virginais, serenos, latentes.
Índole correta de pessoas impolutas, decentes.
Rio límpido de esperança cresce em leito gentil.
Inspiração de poetas, amores, heroísmo varonil.
Terço acariciado nos lábios trêmulos em prece.
Ordem que o povo cultua, agiganta e enobrece.
Sedento de Vitória, um ardoroso Estado a sorrir.
Alçando asas febris rumo ao Progresso, ousado.
Nosso sonho, flores imaculadas hão de recobrir.
Transformar o casto mundo em bem-aventurado.
Onde o Espírito seja o Santo de um ditoso porvir.
sábado, 26 de março de 2011
FAZER POESIA
Fazer poesia não é só rimar
A fria noite com o lindo dia.
Tampouco na métrica versejar,
Conhecer história ou geometria,
Nem descrever o puro sentimento,
Dramatizar em prantos a triste partida,
Declamar palavras volúveis ao vento,
Ou enaltecer o amor, idolatrar a vida.
Fazer Poesia
É singrar no mar das fúteis ilusões.
É com os anjos voejar em esplendor.
É rodopiar pelos suntuosos salões.
É cantar ao léu, nos campos em flor.
É conseguir orar, na medida certa.
É levitar erguendo o peso do mundo.
É curar, como milagre, a ferida aberta.
É tornar o árido solo, em rico, fecundo.
Fazer poesia
É saber, em silêncio, a dor acalmar.
É sorrir da mais torturante agonia.
É entreter o martírio e a fé vivificar.
É disfarçar o tormento com sabedoria.
É sonhar acordado, morrer de paixão,
É espalhar a paz, transmitir alegria.
É auscultar um apaixonado coração,
É extrair d’alma, a mais pura filosofia.
A fria noite com o lindo dia.
Tampouco na métrica versejar,
Conhecer história ou geometria,
Nem descrever o puro sentimento,
Dramatizar em prantos a triste partida,
Declamar palavras volúveis ao vento,
Ou enaltecer o amor, idolatrar a vida.
Fazer Poesia
É singrar no mar das fúteis ilusões.
É com os anjos voejar em esplendor.
É rodopiar pelos suntuosos salões.
É cantar ao léu, nos campos em flor.
É conseguir orar, na medida certa.
É levitar erguendo o peso do mundo.
É curar, como milagre, a ferida aberta.
É tornar o árido solo, em rico, fecundo.
Fazer poesia
É saber, em silêncio, a dor acalmar.
É sorrir da mais torturante agonia.
É entreter o martírio e a fé vivificar.
É disfarçar o tormento com sabedoria.
É sonhar acordado, morrer de paixão,
É espalhar a paz, transmitir alegria.
É auscultar um apaixonado coração,
É extrair d’alma, a mais pura filosofia.
quinta-feira, 24 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
PROJETO ÁGUAS LIMPAS
Um projeto que era para ter nascido juntamente com a construção da primeira casa. Um projeto louvável, essencial, urgente...
Mas como, quase, em todo projeto há um porém - esse não fica de fora.
Todos afirmam que é preciso haver um repasse do custo dessa implantação para a população. Ouvi comentários que o serviço de tratamento de água - é uma coisa e o serviço de tratamento de esgoto - é outra coisa...
Com certeza há uma enorme separação física, mas estão intimamente ligados.
Pois o custo maior da água é justamente o seu tratamento...
Com esse projeto, esse custo cairá sensivelmente... já que a água será coletada praticamente limpa.
Portanto, digamos que, a curto prazo, haverá apenas uma diminuição no custo...
A médio prazo, avaliamos, uma economia rezaoável...
Porém, a longo prazo, um lucro permanente enorme - já que a tarifa se manteve... pois ninguém comentou que será reduzida.
Então concluímos que, desde já, essa “diminuição”, essa “economia” e esse “lucro permanente enorme” podem sustentar a implantação do projeto...
Senão vamos cair no mesmo processo cômodo do IPVA e do LICENCIAMENTO de veículos que, no geral, foram criados para a construção e manutenção das vias. No entanto, as estradas e pontes estão sendo privatizadas... e nós pagamos eternos pedágios ...!
Ou no mesmo processo dos nossos impostos, taxas e contribuições sociais que se destinam ao atendimento da população, em resumo, no campo da Saúde, Educação, Segurança e Aposentadoria. Entretanto somos, novamente, forçados a pagar um plano de saúde, escola, segurança e aposentadoria - tudo particular...!
Pagamos, repagamos e cada vez somos menos assistidos...!!!!
Será que tem, ainda, alguma coisa errada na aplicação dos recursos arrecadados...?...!
Mas como, quase, em todo projeto há um porém - esse não fica de fora.
Todos afirmam que é preciso haver um repasse do custo dessa implantação para a população. Ouvi comentários que o serviço de tratamento de água - é uma coisa e o serviço de tratamento de esgoto - é outra coisa...
Com certeza há uma enorme separação física, mas estão intimamente ligados.
Pois o custo maior da água é justamente o seu tratamento...
Com esse projeto, esse custo cairá sensivelmente... já que a água será coletada praticamente limpa.
Portanto, digamos que, a curto prazo, haverá apenas uma diminuição no custo...
A médio prazo, avaliamos, uma economia rezaoável...
Porém, a longo prazo, um lucro permanente enorme - já que a tarifa se manteve... pois ninguém comentou que será reduzida.
Então concluímos que, desde já, essa “diminuição”, essa “economia” e esse “lucro permanente enorme” podem sustentar a implantação do projeto...
Senão vamos cair no mesmo processo cômodo do IPVA e do LICENCIAMENTO de veículos que, no geral, foram criados para a construção e manutenção das vias. No entanto, as estradas e pontes estão sendo privatizadas... e nós pagamos eternos pedágios ...!
Ou no mesmo processo dos nossos impostos, taxas e contribuições sociais que se destinam ao atendimento da população, em resumo, no campo da Saúde, Educação, Segurança e Aposentadoria. Entretanto somos, novamente, forçados a pagar um plano de saúde, escola, segurança e aposentadoria - tudo particular...!
Pagamos, repagamos e cada vez somos menos assistidos...!!!!
Será que tem, ainda, alguma coisa errada na aplicação dos recursos arrecadados...?...!
segunda-feira, 21 de março de 2011
ADIVINHOS...
Quando uma pessoa é importante, aparece logo um monte de gente para falar por ela. Bisbilhotam, inventam situações, criam desculpas hipotéticas e, geralmente, divulgam como fatos verdadeiros.
Outras se diplomam de psicanalista em minutos e voejam no mundo da fantasia analisando ego, superego e id numa junção extemporânea e vomitam o veredito comportamental instantâneo de “depressão” - baseados em outras ocorrências sentimentais similares.
Bem, li tantas “adivinhações” sobre a “recusa” do ex-presidente Lula em comparecer no almoço oferecido em homenagem a Obama, que algumas chegaram às raias da comicidade.
A meu ver ele não precisa de motivo nenhum e nem se recusou, apenas não pôde ir, pois passou oito anos na presidência e, com certeza, muitas vezes não deu ao filho, a atenção que desejava.
Não seria agora, justo no seu aniversário, que ele, mais uma vez, se ausentaria.
sábado, 19 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
MEDITAÇÃO... FINANCEIRA
Alguns pregadores estão humilhando Jesus Cristo, pois idealizam mais milagres do que Ele, quando, penitentemente passou por aqui.
Talvez haja uma explicação cobiçosa...
Cada dia está aparecendo mais “tesoureiros” do Senhor, todos querendo “tomar conta” do dízimo, pois a cada 10 pessoas, sugam 100% da renda média delas.
Isto é, numa média pequena de R$1.000,00 com apenas 500 contribuintes, faturam R$ 50.000,00 – mensais...!
Calculem uma associação com 1.000.000 (um milhão) de pessoas - na mesma base acima...!!!
Por isso que alguns pregadores chegam ao cúmulo de ameaçar, pressionar, ensinar como devem proceder para contribuir... abertamente... Assim começam a surgir muitas biroscas da fé que logo se transformam em suntuosas construções.
E Cristo passeia cabisbaixo, humilhado e envergonhado...
Então sobrevém o maior disparate: a guerra dos “milagres” entre eles.
Milagres existem e ocorrem a todo momento, mas não espalhafatosos...
Os milagres são silenciosos, às vezes, solitários, que só quem recebeu é capaz de saber o valor e a força que tem a fé.
Contudo, a nossa moeda tem outra face esbanjadora e criminosa - que gira em torno de 40%... E não é facultativa, é imposta... É a derrama que o povo brasileiro paga sobre tudo aquilo que consome. Nesse antro monetário, os impuros praticam barbáries similares - em promessas, engodos, tramoias... Almas são corrompidas, esmagadas sob negociatas sagazes...
E Cristo passeia cabisbaixo, humilhado e envergonhado... também entre esses.
Talvez haja uma explicação cobiçosa...
Cada dia está aparecendo mais “tesoureiros” do Senhor, todos querendo “tomar conta” do dízimo, pois a cada 10 pessoas, sugam 100% da renda média delas.
Isto é, numa média pequena de R$1.000,00 com apenas 500 contribuintes, faturam R$ 50.000,00 – mensais...!
Calculem uma associação com 1.000.000 (um milhão) de pessoas - na mesma base acima...!!!
Por isso que alguns pregadores chegam ao cúmulo de ameaçar, pressionar, ensinar como devem proceder para contribuir... abertamente... Assim começam a surgir muitas biroscas da fé que logo se transformam em suntuosas construções.
E Cristo passeia cabisbaixo, humilhado e envergonhado...
Então sobrevém o maior disparate: a guerra dos “milagres” entre eles.
Milagres existem e ocorrem a todo momento, mas não espalhafatosos...
Os milagres são silenciosos, às vezes, solitários, que só quem recebeu é capaz de saber o valor e a força que tem a fé.
Contudo, a nossa moeda tem outra face esbanjadora e criminosa - que gira em torno de 40%... E não é facultativa, é imposta... É a derrama que o povo brasileiro paga sobre tudo aquilo que consome. Nesse antro monetário, os impuros praticam barbáries similares - em promessas, engodos, tramoias... Almas são corrompidas, esmagadas sob negociatas sagazes...
E Cristo passeia cabisbaixo, humilhado e envergonhado... também entre esses.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Coerência Consensual
Aquele que sonega imposto, deve ser tratado igual àquele que não emprega, devidamente, o imposto recolhido.
segunda-feira, 14 de março de 2011
MISTIFÓRIO
Se a venda da grama for por quilo, compre seiscentos gramas, se for por peça, peça para pôr, no seu cesto, um sexto dele.
Jair, a solução é já ir prevenido.
Se não houver senão, traga um cigarro.
Quando a venda é a prazo, para não custar os olhos da cara, compre à vista.
Faça cesta na quinta para vender na feira aos sábados.
Para sermos coerentes com a lei... devemos mudar o nosso procedimento ou a nossa Constituição.
Enfrente a morte, pois, em frente, há vida e vice-versa.
O primeiro avanço da medicina adveio do canibalismo.
Se é longe pra burro... é perto pra quem?
Jair, a solução é já ir prevenido.
Se não houver senão, traga um cigarro.
Quando a venda é a prazo, para não custar os olhos da cara, compre à vista.
Faça cesta na quinta para vender na feira aos sábados.
Para sermos coerentes com a lei... devemos mudar o nosso procedimento ou a nossa Constituição.
Enfrente a morte, pois, em frente, há vida e vice-versa.
O primeiro avanço da medicina adveio do canibalismo.
Se é longe pra burro... é perto pra quem?
sexta-feira, 11 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
LIXO FOTOGÊNICO
Analistas brasileiros da grande mídia enaltecem e comentam que o Brasil tem belas paisagens, montanhas, florestas, cataratas, cidades históricas de uma beleza ímpar, enfim, tem tudo para atrair os turistas.
Repudiam também a falta de infraestrutura nos aeroportos, rodovias e hotéis, até recomendam um melhor treinamento na formação de profissionais capacitados para encantarem os nobres visitantes.
Entretanto, o Documentário que representa o nosso País, concorrendo a um oscar, não é roteirizado no belo, e sim, na crua realidade, repisada pelo povo, intitulado: Lixo Extraordinário.
Espanta qualquer turista de olfato perfeito...
Estaríamos, inocentemente, nos menosprezando?
Lixo Extraordinário só existe aqui no Brasil?
O lixo extraordinário das demais nações permanece escondido por tapumes? Censurado pelos regimes governamentais? Exportado para os mais pobres como donativos ou disfarçado em obras de arte?
Mas o nosso é divulgado e assistido nas salas de cinemas com refrigeração e poltronas estofadas. Nós o expomos aos olhos do mundo e nos orgulhamos de estarmos concorrendo a um oscar...
Então volta a grande mídia e critica a falta de publicidade e até de capacidade do Povo Brasileiro em atrair turistas.
Eu diria que falta à grande mídia e ao povo em geral, visão ampla para valorizar o trabalho desses bravos brasileiros que têm vergonha de dizer que “selecionam materiais recicláveis”. (Talvez pela podridão do ambiente em que trabalham).
O mundo todo está atrasado nessa questão, ainda engatinha em sua direção, quando já devia ter chegado lá há muito tempo. Porém, em breve, dado a escassez de matéria prima, vários produtos não irão mais parar nos lixões. Cada empresa, cada residência, será obrigada a selecionar e disponibilizar o seu lixo extraordinário, devidamente separado.
Todos nós seremos “selecionadores de materiais recicláveis”, só então reconheceremos a importância dos trabalhadores de hoje, que se lançam no meio de restos de comida, cacos de vidros, ferros enferrujados e disputam com os urubus o seu sustento, separando aquilo que nós, inconsequentemente, sempre misturávamos.
E o Lixo Extraordinário, oculto, das outras nações será exposto, e fotogênico, tal qual o nosso.
Repudiam também a falta de infraestrutura nos aeroportos, rodovias e hotéis, até recomendam um melhor treinamento na formação de profissionais capacitados para encantarem os nobres visitantes.
Entretanto, o Documentário que representa o nosso País, concorrendo a um oscar, não é roteirizado no belo, e sim, na crua realidade, repisada pelo povo, intitulado: Lixo Extraordinário.
Espanta qualquer turista de olfato perfeito...
Estaríamos, inocentemente, nos menosprezando?
Lixo Extraordinário só existe aqui no Brasil?
O lixo extraordinário das demais nações permanece escondido por tapumes? Censurado pelos regimes governamentais? Exportado para os mais pobres como donativos ou disfarçado em obras de arte?
Mas o nosso é divulgado e assistido nas salas de cinemas com refrigeração e poltronas estofadas. Nós o expomos aos olhos do mundo e nos orgulhamos de estarmos concorrendo a um oscar...
Então volta a grande mídia e critica a falta de publicidade e até de capacidade do Povo Brasileiro em atrair turistas.
Eu diria que falta à grande mídia e ao povo em geral, visão ampla para valorizar o trabalho desses bravos brasileiros que têm vergonha de dizer que “selecionam materiais recicláveis”. (Talvez pela podridão do ambiente em que trabalham).
O mundo todo está atrasado nessa questão, ainda engatinha em sua direção, quando já devia ter chegado lá há muito tempo. Porém, em breve, dado a escassez de matéria prima, vários produtos não irão mais parar nos lixões. Cada empresa, cada residência, será obrigada a selecionar e disponibilizar o seu lixo extraordinário, devidamente separado.
Todos nós seremos “selecionadores de materiais recicláveis”, só então reconheceremos a importância dos trabalhadores de hoje, que se lançam no meio de restos de comida, cacos de vidros, ferros enferrujados e disputam com os urubus o seu sustento, separando aquilo que nós, inconsequentemente, sempre misturávamos.
E o Lixo Extraordinário, oculto, das outras nações será exposto, e fotogênico, tal qual o nosso.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Momento Crítico
Se “vai doer”, seja logo o primeiro da fila, porque senão sentirá a dor de todos que estão à sua frente.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
EM BREVE - NESTE PLANETA
As antigas civilizações (tidas e endeusadas como: desbravadoras) só fizeram o desserviço de tirarem da terra, o bom que nela continha. Ninguém se preocupou em repor nada dos recursos que usurpavam. Uns por ignorância, mas a grande maioria, por ganância. Também não creio que o comércio foi cordial como descrito em alguns livros, e sim, decorrido em cruentas batalhas e covardes emboscadas.
Aqui no Brasil extirparam a madeira que deu seu nome ao País, a ponto de quase não restar uma semente sequer para testemunhar a história, e todo ouro e pedras preciosas, que facilmente encontraram “boiando” na natureza, sustentaram o “desenvolvimento abastado” dos países invasores.
A escravidão é a prova viva de que - se trataram assim o ser humano - o que não fizeram com o vegetal e o mineral...? Então, imaginem as barbáries praticadas nas civilizações anteriormente “conquistadas”...!
Contudo, o que pretendo demonstrar é a fatídica similaridade aniquiladora atual.
Pois as “formigas cortadeiras”, os “sanguessugas”, os “morcegos” prosseguem nas florestas, nas minas, coam rios, escavam montanhas, pescam sem se importarem com a reposição. Poluem com dejetos, óleos, metais pesados, materiais inservíveis... devastam e explotam o que encontram pela frente. Quando a terra deixa de ser produtiva, abandonam o lugar e partem para outros prados...
Antigamente, a ignorância e a ganância, podiam estar presentes, porém, nos dias de hoje, não podem mais serem concebíveis. É imperdoável tal procedimento inviável. Há ainda aqueles que andam na contramão da história. Lutam para que se proíba a matança de focas, golfinhos, baleias, tubarões, etc. - concorrentes diretos na alimentação do homem... pois todos comem peixe. Deve haver sim, um monitoramento rigoroso de sua população, assim como a dos humanos também. Pois quando o espaço é limitado e a quantidade variável, urge um controle na proporcionalidade. Talvez, num futuro vindouro, esses animais venham a ser o prato principal, servido nos melhores restaurantes.
Parece cruel pensar assim. Contudo, agora, só parece. Amanhã, passará a ser normal.
Assim como antes, se fumava em qualquer lugar... e hoje é proibido.
Assim como antigamente, se caçava e matava animais silvestres sem restrição... e hoje é crime.
Em breve - neste Planeta...
Assim como, há bem pouco tempo, aplicava-se apenas uma leve punição para quem cometesse um delito e na maioria das vezes a impunidade imperava... hoje, quem pratica qualquer desvio de conduta ética, se condena à morte.
E todos acharão normal.
Porém, para isso acontecer, a justiça precisará tirar a venda dos olhos e entrar em ação.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
UM CONTO DE MILHÕES
Genaro era um senhor que tinha um único sonho: ganhar na mega-sena acumulada. Tanto que só apostava quando o valor fazia inveja à ganância.
Certa feita, o montante do prêmio ultrapassou os noventa milhões de reais; ele, como sempre, preparou sua “fezinha” em números rebuscados nas tumbas do cemitério. Coletou datas de nascimento e morte de alguns entes queridos e marcou seu volante com seis números esotéricos - pois acreditava que o “outro lado” conspirava a seu favor.
Humberlino, amigo, primo e confidente do único sonho de Genaro, numa sexta-feira, a fim de pegar uma foice emprestada, lhe fez uma visita.
Não é que o destino preparou uma pegadinha daquelas para os dois?
Sem querer, Humberlino, ao entrar na sala da casa de Genaro, deparou com o volante preenchido sobre a mesa. Foi aí que ele teve uma ideia bem-humorada:
- “Vou brincar com o primo Genaro...!”
Copiou os números num papel, enfiou no bolso e depois se apresentou escandaloso:
- Ô Genaro...! Cadê você homem...!
Genaro veio da cozinha e os dois saíram da sala num papo animado e descontraído, já que, o parentesco e a convivência diária, os tornavam quase mais que irmãos.
No domingo de manhã, bem cedinho, antes da missa, Humberlino dispara rumo à casa de Genaro. Lógico que a desculpa de seu aparecimento era a de devolver a foice, mas no fundo mesmo, ele queria concluir a ideia que tivera na sexta-feira.
Assim o fez.
- Genaro...! Devolvo aqui a sua foice... e bem amolada – e inventou: - Ah! Num sabe!... O Constâncio disse hoje, que faturou a quadra da mega-sena. Ele até me deu o resultado num papel. Eu não jogo nisso. Você jogou? – perguntou sem interesse.
- Joguei e ainda não conferi... Vou pegar meu bilhete.
Genaro entrou em casa e saiu num piscar de olhos, sentou num banco e ordenou:
- Fale os números sorteados.
Humberlino, calmamente, retirou do bolso a cópia que fizera e começou a ditar:
- Quinze... Dezoito... Dezenove... - parou de falar e observou Genaro que estava de olhos fixos no bilhete.
Humberlino prosseguiu:
- Trinta e dois...
Genaro permaneceu em silêncio. Humberlino ditou mais um:
- Quarenta e seis.
Genaro repetiu:
- Quatro... meia? - perguntou só para tirar a dúvida entre o “três” e “seis”.
- Isso mesmo, quarenta e seis - confirmou Humberlino.
A demora do próximo número inquietou Genaro:
- Fala logo o último número – reclamou, aparentemente, sem emoção na voz.
Humberlino deslanchou rápido:
- Cinquenta e sete – e aguardou a reação de Genaro. Esse número não gerava confusão, portanto, não precisaria ser repetido.
Genaro, estático, olhava o bilhete.
Humberlino queria rir, mas achou que ainda era cedo. Aguardaria um pouco mais. Tiraria um sarro do primo. Deixá-lo-ia festejar e fazer muitos planos. Dizer até quantos milhões lhe daria. Porém, Genaro não se moveu. Quando Humberlino lhe tocou, o homem já estava frio. Humberlino tomou um susto.
Genaro falecera sentado, de olhos abertos, fixos no bilhete premiado e, com certeza, feliz da vida por ter realizado seu sonho.
Humberlino, com a alma em frangalhos, sentindo-se um crápula, culpando-se pela morte do primo, saiu desesperado chamando por todos.
Logo juntou um monte de curiosos e Humberlino, embora cheio de remorsos, não denunciou a sua brincadeira, disse apenas que foi devolver a foice e encontrou o primo, já morto, no banco.
- Também pudera – exclamou um que se aproximou olhando para o bilhete que Genaro ainda segurava nas mãos –, o bilhete dele tem os mesmos números do resultado da mega-sena de hoje...!
A culpa e o remorso de Humberlino compareceram ao velório... conformados.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
VALORES DISTORCIDOS
A grande mídia, absurdamente, está dando mais valor a um delinquente que se recuperou na cadeia, do que a um trabalhador honesto, que passou a vida inteira batalhando de sol a sol para sustentar seus filhos e voltando para casa com receio de que qualquer desses “recuperados” viesse lhe tirar o sossego ou causar uma desgraça no seio de sua família.
O delinquente, além de receber um salário (sem fazer nada) - que representa, às vezes, mais do que aquilo que o trabalhador percebe após um árduo mês de esforço - ainda tem, de graça, escola profissionalizante, direito a banho de sol, visitas íntimas, indulto de natal... Alguns andam, para cima e para baixo, de avião, em voos caríssimos, para audiência com juízes... Quantos trabalhadores morreram sem nem ao menos chegarem perto de um avião?... Talvez seu único sonho!
E o trabalhador, se quiser estudar, tem que se virar à noite e pagando caro...!
O delinquente, recuperado, serve de exemplo de vitória na grande mídia...
Mas exemplo de quê...?
Propaga, sim, que você pode cometer delitos e se tiver sorte pode até se dar bem... beleza!?... Porém, se por azar, se der mal, vai descansar na cadeia e passa a ter tudo à sua disposição. Pode até sair com fama de bonzinho, de superação, de força de vontade, de o escambau a quatro de elogios que faz uma apologia ao crime para os adolescentes que, sem pai nem mãe, vivem à margem da sociedade - que não lhe fornece estrutura suficiente para ser alguém na vida (sem cometer delito) porque está sustentando um vagabundo na cadeia.
O que é mais interessante para a nossa sociedade, que arca com todos estes gastos?... Investir na criança, dando-lhe educação de qualidade e exemplo de que o crime não compensa, ou recuperar um delinquente que aleijou a sociedade?
Devemos sim, ser duros com quem comete delito e injetar uma onda estrutural de civilidade orquestrada nas camadas mais pobres (que, por falta de um planejamento familiar e devido a presença das drogas, aumentam assustadoramente).
A nossa juventude precisa crescer com um projeto estratégico de visão social. Guiada por uma lei imparcial, que demonstre que: todo aquele que comete um delito está se condenando à morte.
Infelizmente o que se vê é o “afrouxamento” das leis (outro incentivo ao crime). Pagamos pessoas para atenderem aos anseios da sociedade, que clama por uma justiça plena, mas parece que elas só querem usufruir do salário. Ainda, muitos se julgam superiores ao trabalhador - chamando-o de “pessoa comum”, “homem do povo”... Procedem como se estivessem prestando um favor ao injustiçado, como se o salário exorbitante que percebem, não fosse pago pelo imposto sofrido do próprio.
Pelos idos de 1970 todos podiam andar na rua, a qualquer hora do dia ou da noite, despreocupados.
Começaram os crimes, conheceu-se a impunidade, cresceu a violência, a corrupção, a falta de honra. A ética escondeu-se, a dignidade foi para o beleléu e hoje estamos na fase do: salve-se quem puder...!!!
Quantas famílias ainda serão destroçadas, quantas mães chorarão seus filhos, quantos trabalhadores morrerão inocentes, pelas mãos daqueles que já deveriam estar atrás das grades ou num cemitério?
Espantoso... mas a sociedade precisa voltar, urgentemente, a viver a tranquilidade dos anos 70 ou então... o mundo se tornará... um caos total.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)